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domingo, junho 28, 2009

Arte do Almir

Um amigo meu, chegou a acreditar que a garota das 56 estrelas na cara, tinha realmente dormindo. Zara responde, santa inocência Almir. Macacos me mordam! Pois, pra comemorar a inocência dele ele fez o site Sleeper Star. Lá vc pode até "tatuar" sem ter problema com o papi depois. Com parceria com ID5, parceria essa da qual sou madrinha. E muito orgulhosa disto.


Esse finde foi cheio...tô quebradinha.

domingo, junho 21, 2009

o poder da comunicação de massa

12 anos atrás eu estava sentada na sala de aula tendo minhas primeiras lições de Novos meios de comunicação, era uma disciplina nova, projetava principalmente sobre a internet. A gente não só chegou a discutir sobre a própria como aprendemos a fazer web pages e trabalhar com html. Sim, era só o inicio, ferrametas rudimentares, aprender os comandos. Usar blink, e toda a parafernália que hj para muitos é ...básico.
Já falávamos sobre a velocidade de tudo isso, poucos minutos atrás falava com meu sobre sobre o papel do Twitter, do You tube e blogs nesse conflito no Iran. Rapidamente as noticias em tempo real estão podendo chegar aos jornalistas e grandes mídias do mundo. Quase que diretamente chegando as pessoas ao redor do mundo. Eu sou mais uma com minha foto verde no perfil do twitter. Mostrando e passando adiante informações e copiando de pessoas estão lá no meio. É comunicação de massa, mas não alienadora!

quinta-feira, junho 18, 2009

De tudo um teco

Os argumentos q ganharam na questão:

Palavras do Presidente do STF Gilmar Mendes
"Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão. Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão", disse.

Advogada Sertesp, Tais Gasparian diz:
"A profissão não depende de um conhecimento técnico específico. A profissão de jornalista é desprovida de técnicas. É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo do conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo."

E O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, por sua vez, disse que a obrigatoriedade do diploma pode prejudicar a informação do leitor.

"Não se pode fechar os olhos para o fato de que jornalismo é uma atividade multidisciplinar e que muitas notícias e artigos são prejudicados porque são produzidos apenas por um jornalista especialista em ser jornalista, sendo que em muitos casos essa informação poderia ter sido produzida por um jornalista com outras formações, com formação específica em medicina, em botânica, com grande formação acadêmica, mas que não pode exercer o jornalismo porque não tem diploma. Não se pode desprezar esse contexto", disse.


A resposta da Fenaj

Já o advogado da Fenaj, João Roberto Fontes, saiu em defesa do diploma. Ele disse que há a necessidade do diploma para garantir a boa prática do jornalismo. "A exigência do diploma não impede ninguém de escrever em jornal. Não é exigido diploma para escrever em jornal, mas para exercer em período integral a profissão de jornalista. O jornalismo já foi chamado de quarto Poder da República. Será que não é necessário o conhecimento específico para ter poder desta envergadura? Um artigo escrito por um inepto poderá ter um efeito devastador e transformar leitores em vítimas da má informação", afirmou.


Primeiro deixa eu esculhambar

Falta de conhecimento da profissão. Acho que eles nos chamaram de profissionais de segunda categoria. Mas, é só minha opnião. No Brasil, infelizmente o fato de se ter diploma, mantêm um status da profissão e esse status ajuda na hora da negociacão do salário. Sem o diploma o curso será degradado a um gráu técnico. Consequentemente o salário sofrerá. Na Holanda não há a obrigatoriedade. E sinceramente eu acho os jornalistas daqui uma piada. Os bons saem logo pra outros paises, ou ficam na área econômica e de politica. De resto a gente tem que aguentar apresentadorezinhos como âncora (que aqui não existe). Por isso só assisto NOS.



Momento mulherzinha 2 em 1

Descobri hj algo muito legalzinho, amei por causa da ideia e dos preços. É o Be Connected da Miss Sporty by Coty Girl

Lembram da Coty girl?



















A gente vendia na farmácia, o batom era seco que dava dó...mas quem de nós não amava as latinhas coloridas? Infelizmente enferrujavam logo.
Hoje dei o primeiro passo pra começar a resolver meus problemas. Fui ao médico e falei que queria uma solução pra o meu peso...contei a ele sobre a depressão, a morte da Stela...enfim. tenho as cartinhas para exames e encaminhamentos para a dietista e psicologo. Pq eu sou o que se chama de "Emocionale eter", algo como comedor emocional. Quando tem algum problema come, come. É parecido com o alcoolismo sim, acho que preciso de algum grupo assim. Pensei nisso depois do papo com a Alice.
Voltando ao make up por que ele tem tudo a ver com minha tentativa de mudança...eu fui comprar uma sombra e não tava querendo gastar muito, tô tentando fazer meu astral subir por osmose. Então vi o sistema Be Connected do Miss Sporty e adorei. Cada tubinho custa apenas €1,99 e é ideal pra colocar na bolsa completo sem ocupar muito a sua bolsa com make up...atraves de um conectador vc combina o que vc mais precisa e voila. Foundation tenho um bem carinho e mascaras tenho duas tbm que não foram baratas. Uma da Rimmel outra da Maybeline. Um bom batom da Max factor o lipfinity, um gloss maravilhoso da Boujois Paris e outro da Revlon. Eu uso raramente make up, só quando saiu. Mas, não sou de usar todos os dias. Nao tenho paciência de tirar a noite. Isso faz parte da minha mudança...tenho que me apresentar melhor...pra ver se minha autoestima melhora! Como eu disse vai acontecer nem que seja por osmose.






A diferença é que vc compra os tubinhos à parte e cobina com aquilo que vc precisa. Gloss com a máscara ou com o delineador.









Máscara com sombra e por ai vai. As cores não modestas sem muitas variações, porém jovens. Comprei, gloss, delineador, corretivo e uma sombra! voltar lá pra comprar mais!
:)

P.S - e essa coisa de por osmose! Bem, eu e a Stela brincavamos sempre com o termo. quando a gente estudava e não conseguia aprender..a gente afirmava que ia entrar nem que tivesse que esfregar o livro no corpo e o assunto entrasse por osmose. E quando a gente se sentia mal, se maquiava vestia a roupa mais legal, pra ver se o astral melhorava...nem que fosse por osmose! É essa a ideia!

domingo, junho 07, 2009

O papel da mídia nessa tragédia toda

', Eu até me sinto insegura de escrever aqui sobre jornalismo, mas ai vai, minhas considerações sobre esse circo midiático ao redor do acidente, porém, antes tenho que dizer como me sinto a respeito, e quais são meus sentimentos em relação a toda essa tragédia.

Eu não sei sinceramente o porquê ter me deixado tão abalada, principalmente agora depois que me acalmei e começo a ver logicamente. Na segunda-feira, quando li imediatamente sobre o acidente eu entrei em choque. Sério, comecei a chorar e sim fui egoísta. Pensei logo, poderia ter sido a minha familia. Depois, pedi a Deus não conhecer ninguém no avião. Esse vôo é usado por muitos dos brasileiros que eu "conheço", então uma amiga que eu sabia estaria de férias agora. Não sabia a data do embarque dela, nem a volta. Fiquei apreensiva e pensava nela, nas crianças e começava a chorar de novo. Eu não consegui ficar imune, não consegui agir com lógica. Eu pensei das vezes que eu entrei no avião e quando chegava a manhã olhei lá pra o mar no fim da travessia e agradecia que tudo estava bem, pq a angústia dos minutos antes do acidente é o que mais me deixa angústiada. Não é a morte, mas esse malditos minutos que antecendem a tragédia, a pequena linha entre a vida e a morte. A conciência, a idéia que tudo acaba ali, isso sim me deixa apavorada. Da última vez, viajamos com a Iberia e teve turbulência como eu nunca tinha experienciado, o Aad entrou em pânico. ficou pálido e segurando minha mão com força. eu, só queria que aquele bip chato pra apertar os cintos desligasse. Apertei o cinto virei a cabeça e disse pra ele ficar calmo. Pensei se acontecer..que eu esteja dormindo...então voltei a dormir.

Essa inquietação, esse desespero sobre o acidente da Air France eu não entendo. Mas, a cada noticia lida sobre ele me fez chorar. Olhei pra meu filho e fiquei imaginando se fossemos nós ali dentro, e senti dor. Medo por ele, medo de fazer minha familia sofrer o que a familia de 228 pessoas estão sofrendo.

Se os jornais e outros meios de comunicação não divulga detalhadamente o que está acontecendo, eu ficaria furiosa. Acharia que eles estariam sendo relapsos. O tom é dificil de manter, se eu fosse a profissional escrevendo a matéria, se fosse eu quem estivesse investigando a histórias sobre as vitimas, eu não ficaria imune a dor. Eu passaria isso, sim seriam narrações dramáticas porque eu gostaria que as pessoas tentassem entender a dor dos parentes. Eu acredito piamente, que essa seria minha maior prestação, fazer o leitor sentir por todos eles. Eu sempre achei muito complicado o fator NEUTRALIDADE (coisa que eu nunca acreditei existir) no jornalismo. Eu penso ser desumano chegar no jornal e escrever assim, entre título e informação:


"Avião da empresa francesa Air France desapareceu dos radares

Hoje um avião da Air France desapareceu dos radares, ainda não
se sabe o que aconteceu. Os destroços já estão sendo procurados assim como os corpos das vítimas, estão engajados na busca a Força Aérea Brasileira, Francesa e o governo Francês pediu ajuda ao Governo Americano pra ajudarem na busca. Mais informações sobre o acidente amanhã".

E é só. Como leitora eu quero saber detalhes, como jornalista, como oferecer detalhes ao leitor se não há informações suficientes? Partamos para as teorias, o que poderia ter acontecido? Então procuremos expecialistas, cientista e o escambal. Vamos ver quem acerta. Todo mundo, todo mundo mesmo tem a sua teória do que tenha acontecido, vamos deixar as teorias serem debatidas, dizer pra o leitor...no final da história eu me sinto como leitora informada que há gente pensando nisso.

Clicando no link no cabeçalho do post vocês irão direto a um dos blogs do Global Voices, a jornalista em questão Thiana Biodo, fala sobre o sensacionalismo que esta sendo tratado o caso. Sim, há, não tem jeito de negar. Mas, essa questão do politicamente correto não vende jornal, isso eu aprendi logo e muito cedo. E não foi nas salas de aula, foi um único episódio com o diretor de então do Jornal Gazeta de Alagoas, ele me mandou sentar do lado dele e ler a materia da primeira página do jornal. Me mandou pensar num titulo. Eu rapidamente disse pra ele e ele disse: Muito correto, e muito bom. Mas, não é o suficiente para o leitor se interessar. Então eles escreveu o título, o mesmo só usando outras palavras. E eu fiquei horrorizada, achei desrespeitoso. E ele me deu aquela aula em algumas palavras. Que eu tivesse o discernimento sobre o que era sensacionalismo, o que era politicamente correto. Porém, que eu reconhecesse que os meios de mídia eram também empresas que precisavam ganhar dinheiro. Que precisam pagar salários e bons, porque os mesmos jornalistas que saem em passeata sobre o politicamente correto, são os mesmos, e os primeiros a fazer passeata sobre aumento de salário e exigir que o pagamento seja feito. Jornalista tbm é funcionário. O que precisa é encontrar o balanço. E isso é dificil. Palavras do editor. Nem vou dizer quem foi o editor pra não acontecer comoção por parte de algum eventual colega que venha aqui me malhar.

Ela cita outro blog e esse não poderia deixar de fora pelo fato de ser nordestina, ainda por cima agora que há uma discussão no Orkut (com o título:enchentes no nordeste evidencial preconceito) sobre como a mídia "desrespeitosamente" está "boicotando" as noticias das chuvas nos Estados do Nordeste e na minha cidade. Onde morreram pessoas soterradas, inclusive uma mulher grávida de 8 meses.

Em um pedacinho ele fala sobre os jornais sobreviverem da desgraça alheia, no fim do post ele diz: "O que que é um aviãozinho mais cair "? Sou eu apenas que está sentindo? ?Eu achei uma falta de respeito, concordo com ele sobre a falta de equilibrio na mídia, sobre o fato de haver falta divulgação sobre um problema que assola a cada ano várias cidades do nordeste, mas que quando aconteceu com Santa Catarina foi um furdunço só, como se isso fosse algo extraordinário. Contudo, dizer que essa tragédia é corriqueira. É falta de respeito com os parentes das vítimas.

Talvez eu seja inocente, que eu não tenha anos de experiência. Mas, analisar as coisas apenas por um lado não é o meu forte! Deixe que os parentes decidam se divulgam ou não o nome dos seus que pareceram no acidente. Porém, a divulgação dos nomes eu agradeço, felizmente para mim eu não conhecia ninguém entre as pessoas, sinto um grande pesar pela família. Quem dessas pessoas não gostaria nesse momento estar no nosso lugar de telespectador ao invés de personagem ativo desse drama. Pergunte a qualquer um deles, eles trocariam com certeza de lugar comigo por exemplo.

E para o meu colega blogueiro do Psysapiens no Posterous, se o jornal não vende demite. Nesses últimos 10 anos, que eu sou considerada jornalista, vi a internet se tornar popular, comece 12 anos atrás apenas e vi o salto que esse meio de comunnicação sofreu. 10 anos atrás nós já discutiamos o futuro dos jornais escritos com o advento da internet. Eles estão ai, lutando pra sobreviverem AINDA. Então chegaram os blogs, podcasts e jornais de graça como o Metro e o Spits. Eles continuam, não tão firmes e fortes, mas continuam. Então chegou a crise, e agora está dificil de aguentar. O Algemeen Dagblad na cidade de Roterdã teve que demitir 2 de 3 jornalistas da empresa para conseguir se segurar e não fechar. Sim jornal precisa ganhar dinheiro, pq dele dependem muitos funcionários e toda uma cadeia de negócios e empresas e mais funcionários.

Acredito sinceramente que o importante e essencial ao jornalista é, que ele saiba a diferença entre praticar jornalismo e escrever matérias. Não perder o discernimento, mas não deixar de levar em conta a questão empresa. Eu talvez, pelo fato de não ter nunca trabalhando numa redação tenha o afastamento pra falar o que eu falo. Ou talvez não. Mas, eu entendo que pra sobreviver nem sempre fazemos o que gostamos, ou o que é certo. Se não eu não estaria carregando caixas e sendo tratada como estrangeira estupida por um bando de gente menos escoladas que eu. E sim, a Adidas diferente da politica que existia na Reebok, levantam e esfregam o diploma de HBO na cara dos funcionários. Mal sabem eles, que entre nós assim como eu, existem pessoas com diplomas universitários e bem mais capacitados que eles. A única diferença, eles falam o holandês melhor que nós. Mas, isso é outra história.

E voltando ao assunto do post, eu aplaudo. Opinião são bem vindas, favor ou contra, que eu concorde ou discorde. Mas a minha é essa ai em cima.

P.S - marido desistiu de ler.